Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade.
Olá, Andréa.
ResponderExcluirInteressante pensar em uma "Pedagogia do Amor": amor ao conhecimento, amor ao próximo, amor à Natureza, amor a si mesmo. O amor é a única coisa capaz de integrar e reintegrar os corações humanos. Talvez só assim o ser humano resgate sua humanidade perdida (ou esquecida). Parabéns pelo Blog.
Izaias